domingo, 11 de agosto de 2019

I Colóquio de EJA de Ceará Mirim e Pré-Encontro Municipal EJA em Movimento

Próximo dia 26 de agosto, na Escola Municipal Adele de Oliveira, em Ceará Mirim, os professores que atuam na EJA do município terão a oportunidade de fazer reflexões sobre as especificidades da modalidade, dentro de um evento dedicado exclusivamente a isso. Trata-se do I Colóquio de EJA de Ceará Mirim, atividade que envolve o esforço da Coordenação de EJA da Secretaria Municipal de Educação, da 5a DIREC, do Campus local do IFRN, e da UFRN, através do Projeto EJA em Movimento.
A atividade ocorrerá durante todo o dia, se iniciando às 8h, com a solenidade de abertura (fala de acolhimento de representantes do poder público local e da secretaria municipal de educação) e apresentação do Coral Cantarte, formado por estudantes de EJA do município (sob a coordenação do prof. Dedé Simião). O coral fará outras duas apresentações ao longo do Colóquio (à tarde e à noite).
Durante a manhã, haverá a palestra do prof. Alessandro A. de Azevêdo (Centro de Educação da UFRN e coordenador do Projeto EJA em Movimento), com o título "As práticas pedagógicas na EJA", além da apresentação de um trabalho de levantamento do perfil dos estudantes da EJA do município (sob a coordenação da profa. Miriã Gomes).
Ainda pela manhã, será exibido o filme "Fora de Série", produzido pelo Observatório Jovem do Rio de Janeiro, da UFF (coordenado pelo prof. Paulo Carrano), no qual vemos estudantes do ensino médio da EJA de 13 escolas do Rio de Janeiro, narrando seus percursos de vida e histórias sobre seus relacionamentos com a escola. a partir dos relatos é possível se ver os desafios que envolvem os processos de formação escolar, bem como os suportes e apoios encontrados dentro e fora da escola para concluir a travessia do ensino médio. O filme terá uma segunda exibição à noite e em ambas as discussões serão conduzidas pela profa. Ana Célia Ferreira.
À tarde, os estudantes poderão participar de oficinas e os professores de um mini-curso "A EJA como modalidade: conceito e legislação", conduzido pelo prof. Alessandro A. de Azevêdo (coord. do Projeto EJA em Movimento).
À noite, teremos um relato de experiência sobre um projeto de alfabetização, conduzido pelas professoras Mércia Dias e Esmeralda Souza, da Escola Municipal Mário Pinheiro, e uma Mesa Redonda sobre "Ética na Docência na EJA", com os profs. Joicy Costa, Ricardo Pereira e Stanley Medeiros (do IFRN Ceará Mirim).
Simultaneamente a essas atividades, haverá oficinas para os estudantes da EJA.
Nós que fazemos o Projeto EJA em Movimento ficamos extremamente alegres em ver uma atividade como esta acontecendo e, melhor ainda, podendo fazer parte dela, na medida em que o Colóquio se coloca, também, como Pré-Encontro EJA em Movimento, dentro da proposta de construirmos encontros municipais que antecederão nosso 5o. Encontro EJA em Movimento, ainda sem data definida, mas já sendo pensado como momento de congregação de nossos colegas dos vários municípios e de Natal, que têm participado de nossas atividades.
Momentos como esse Colóquio são muito bem vindos e devem ser replicadas em cada município. Além de dar visibilidade ao que os bravos colegas professores realizam e refletem na modalidade, colocam os sujeitos estudantes como parte ativa do processo.
Todxs estão convidadxs.

sexta-feira, 19 de julho de 2019

EJA em Movimento discute experiência de organização curricular da rede pública municipal de Florianópolis: a pesquisa como princípio educativo.

Neste último 16 de julho, o Projeto EJA em Movimento realizou sua quarta reunião deste ano, contando com a presença de colegas professores do IFRN, estudantes da UFRN, e professores da rede pública municipal de Natal e munícipios vizinhos (Nísia Floresta, Macaíba, Maxaranguape, Ceará Mirim, Bodó, São Gonçalo do Amarante e Currais Novos), com o tema: “A pesquisa como principio educativo na EJA na rede municipal de Florianópolis – SC”.

Na oportunidade, debateu-se a experiência de organização curricular da rede pública municipal de Florianópolis, mediante uma vídeoconferência conduzida pelo prof. Daniel Berger, que além de professor da rede de educação básica da capital catarinense, está desenvolvendo uma pesquisa de doutorado sobre o tema.
Numa dinâmica bastante dialógica, o prof. Daniel informou que a decisão de desenvolver a organização curricular a partir da pesquisa como princípio educativo derivou do grande índice de desistências dos alunos na modalidade EJA, registrado na rede municipal de educação básica.
Em seu relato, o prof. Daniel explicou que o ingresso dos estudantes nas turmas de EJA ocorre em fluxo contínuo, de modo, portanto, que os estudantes podem se matricular a qualquer tempo.
A EJA é oferecida em Núcleos e Polos, localizados em bairros onde se têm unidades escolares ou em parcerias com instituições da sociedade civil, conveniadas, atuantes em comunidades populares, especialmente aquelas onde se registram mais dificuldades de deslocamento das pessoas. Nesses espaços, os estudantes conduzem seus respectivos aprendizados mediante a realização de pesquisas individuais ou em grupos, mobilizadas por meio de problemáticas de pesquisa que, anunciadas preferencialmente por meio de perguntas, expressam os seus interesses. Uma vez identificadas as perguntas, são organizados grupos de pesquisa de estudantes, por afinidade entre elas. E o fato de as pesquisas estarem associadas aos interesses e curiosidades dos estudantes acaba se tornando um fator preponderante à permanência deles.
Os grupos se organizam por segmento, sendo montadas turmas do primeiro segmento (equivalente aos anos iniciais do Ensino Fundamental) e turmas do segundo segmento (equivalente aos anos finais). Um detalhe que chamou a atenão dos presentes foi a informação de que a organização não é seriada, de modo que em uma mesma turma se encontram estudantes com percursos de escolarização diferenciados.
Dessa forma, o processo pedagógico não se organiza, nem tem por objetivos, o ensino de conteúdos previamente definidos, conforme as estruturas das disciplinas escolares, mas a incorporação dos conhecimentos à medida em que eles se apresentam como capazes de responderem às problemáticas das pesquisas assumidas pelos estudantes, com o apoio das equipes de professores.
Essa lógica possibilita que estudantes com faixas etárias, experiências e trajetórias escolares anteriores diferenciadas, possam desenvolver percursos singulares de formação, ao longo de 4 Ciclos de Pesquisa por ano, em cada uma das quais se processa com o exercício da elaboração da pergunta que orientará a pesquisa; prossegue com o desenvolvimento das atividades de coleta, sistematização e análise de dados; até a finalização da pesquisa, que é objeto de avaliação da equipe de professores, que devem registrá-la na forma não de uma nota, mas de um relatório.
O conferencista explicou que os conteúdos trabalhados com os grupos de estudantes são decorrentes das habilidades e competências relacionadas à leitura, escrita, cálculo e comparação. Dado, portanto, que os conteúdos emergem das problemáticas de pesquisa, temos o que se denomina de currículo pós-facto.
Alguns aspectos ganharam ênfase no debate, entre eles, o da avaliação, que ao invés de ser totalmente individual e mensurada a partir de critérios estipulados a priori, passa a ser considerada a partir de um conjunto de análises que enblogam o projeto, sua execução e os resultados do trabalho.
Foi objeto de intensa curiosidade o mecanismo, presente na experiência, que permite que os estudantes cumpram as 1600 horas do curso de EJA não apenas pelo exercício das atividades de pesquisa pensadas junto com os professores, mas também, o reconhecimento de saberes apropriados pelos estudantes em outros espaços. Esse reconhecimento é uma forma de flexibilizar a frequência, já que mesmo tendo o direito a 1600 horas, dada a heterogeneidade bastante comum entre o público da EJA, nem todos precisam desse tempo para concluírem seus estudos.
Daí que se lança mão do mecanismo, denominado HPE (Horas de Produção Externa), que possibilita reconhecer as práticas de leitura, registro, observação e produção que o estudante desenvolve fora do universo da sala de aula e da escola. Tanto pode ser uma produção livre como proposta pelos professores.
Para o prof. Daniel, os resultados desse processo e da implantação desse modelo são bastante positivos, especialmente porque foi identificada uma redução das taxas de abandono na modalidade, além de haver registros de que os estudantes sentem-se mais acolhidos e motivados a participar das atividades.
O relato foi encerrado com os agradecimentos de todos à disponibilidade do prof. Daniel em realizar o diálogo com todos os presentes, tendo
Após o término do relato, foi definido que o V Encontro EJA em Movimento deverá acontecer na segunda quinzena de outubro em data a ser definida.
Outra definição disse respeito à próxima reunião, a se realizar no dia 13 de agosto e que, em princípio, será a exposição do curso desenvolvido aos professores da EJA de Ceará Mirim, numa parceria entre a Prefeitura Municipal e o IFRN, denominado "A Ética da docência na EJA". Posteriormente, o grupo trabalhará a "Legislação na EJA", a ser trabalhada pelo prof. Alessandro A. de Azevêdo, da UFRN.

EJA em Movimento promove minicurso sobre legislação da EJA em parceria com a 10a. DIREC em Caicó


Contando com a participação de cerca de 40 profissionais atuantes na rede pública de educação básica, na modalidade EJA, o Projeto EJA em Movimento, juntamente com a 10a DIREC realizou um minicurso "Pensando a EJA como modalidade", ocasião em que se aprofundou a discussão sobre a modalidade EJA e sua tradução no âmbito da legislação da educação nacional.
Na oportunidade, com a mediação do prof. Alessandro Augusto de Azevêdo, se discutiu o conceito de modalidade e se debruçou sobre os termos em que a LDB e as resoluções do Conselho Nacional de Educação se referem à educação de jovens e adultos.
Durante a tarde e a noite de 15 de julho, discutiu-se como a legislação propicia uma abordagem reconhecedora das especificidades da modalidade EJA no tocante à questões como: a organização curricular, frequência escolar, matrícula e acolhimento de estudantes, articulação entre entes federativos para o planejamento e organização de ações de garantia de direitos a estudantes de EJA.
Além disso, foi possível abordar questões como a necessidade de não se confundir a EJA com programas de aceleração e correção de fluxos e, principalmente, a importância de não se impor a migração das dinâmicas e formatos das concepções pedagógicas que organizam o chamado ensino regular para o âmbito da modalidade EJA.

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Defesa de Doutorado sobre a formação de conceitos matemáticos por estudantes da EJA com deficiência intelectual.

No próximo dia 24 de maio, às 9h, no auditório do PPGEd-NEPSA II, haverá a defesa de tese de doutoramento da discente MÁRCIA MARIA DIAS CARVALHO, intitulada: “A Formação de conceitos das operações matemáticas fundamentais por estudante com deficiência intelectual da Educação de Jovens e Adultos: desafios e perspectivas"
O trabalho tem o seguinte resumo:
A prática inclusiva perpassa o processo do ensino e da aprendizagem quando este é pensado e sistematizado de maneira que todos os envolvidos nesse movimento sejam considerados como sujeitos singulares em seu ritmo e produção do conhecimento. A pesquisa intitulada “A formação de conceitos das operações matemáticas fundamentais por estudante com deficiência intelectual na Educação de Jovens e Adultos – EJA: desafios e perspectivas”analisa a mediação do processo de formação de conceitos das operações matemáticas fundamentais por um estudante com deficiência intelectual na EJA. De maneira específica,pretende mediar colaborativamente, Situações de aprendizagem envolvendo jogos matemáticos em sala de aula junto a estudante com deficiência intelectual verificando que elementos fundamentam o processo da formação de conceitos das operações matemáticas fundamentais por estudante com tal deficiência. Para o desdobramento da investigação, referenciamo-nos na teoria histórico-cultural, que permite apreender do fenômeno os atributos que lhe são inerentes. Coerente com o embasamento da teoria histórico-cultural, optamos pela pesquisa colaborativa, pois esta abordagem metodológica nos aponta os elementos que permitem desenvolver as ações/mediações de modo compartilhado ecolaborativo, viabilizando, desse modo, a formação daqueles conceitos. As reuniões, as narrativas escritas e oral, o planejamento, a observação colaborativa e os encontros colaborativos, foram os procedimentos metodológicos adotados, visto que não apenas são condizentes com a modalidade de pesquisa, assim como se coadunam aos objetivos propostos. As operações mentais da comparação, análise e síntese, abstração e generalização foram as categorias utilizadas para a análise do conteúdo produzido, sendo mobilizadas pelo pensamento, função mental que tem predominância no processo de formação de conceitos. A colaboração e a mediação pedagógica numa perspectiva inclusiva permitiram que, ao final do processo, confirmássemos a tese de que as mediações pedagógicas colaborativas por meio de jogos matemáticos contribuem para a formação de conceitos das operações matemáticas
fundamentais por estudante com deficiência intelectual.
PALAVRAS-CHAVE:
Deficiência Intelectual. Educação de Jovens e Adultos. Formação de conceitos das operações matemáticas fundamentais. Jogos Matemáticos

terça-feira, 21 de maio de 2019

Projeto EJA em Movimento inicia atividades de 2019 com círculo de Relatos de Experiências

O Projeto EJA em Movimento iniciou suas atividades de 2019, fazendo sua primeira reunião em 7 de maio, com a presença de colegas professore(a)s dos municípios de Macaíba, Maxaranguape, Nísia Floresta, Ceará Mirim e Natal, além dos professores coordenadores da UFRN e do IFRN e os estudantes bolsistas e voluntários do Projeto.
Antes da pauta principal da reunião, foram dados informes sobre a mobilização em torno da reativação do Fórum Potiguar de EJA, coletivo de instituições que atuam na educação de jovens e adultos, na qual alguns componentes do Projeto estão envolvidos.
Sobre isso, o professor Alessandro informou que foi constituída uma nova coordenação desse Fórum, a qual deverá reorganizá-lo, dotando-o de um novo regimento, buscando sua maior capilaridade entre professores e instituições oficiais e viabilizando a participação de nosso Estado no XVI Encontro Nacional de Educação de Jovens e Adultos, a se realizar em Belo Horizonte, no período entre 18 e 22 de setembro.
A reunião foi conduzida a partir da exposição do relato da professora Sônia Maria Basílio, da rede pública municipal de Bodó, a qual socializou o processo de educação por ela conduzido junto a estudantes de EJA dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Uma turma heterogênea, composta por sujeitos atravessados por dificuldades várias para permanecerem em contato com a escola.
A professora refletiu que foi de extrema importância o seu exercício de olhar atento às dificuldades e limitações reveladas no cotidiano da sala pelos estudantes, o que a impulsionou a uma prática pedagógica centrada no acolhimento, numa perspectiva humanista, dos sujeitos.
Após o debate, ficou acordado entre os presentes que o próximo encontro acontecerá no dia 4 de junho, mesmo horário e local, tendo como pauta a apresentação do relato do Projeto de integração do(a)s estudantes da EJA em campeonatos esportivos na cidade de Nísia Floresta-RN, iniciativa que produziu a diminuição da desistência entre os estudantes das escolas em que o projeto foi desenvolvido.

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Fórum Potiguar de EJA renova coordenação e traça objetivos para o próximo período

No último dia 23 de abril, foi realizada reunião do Fórum Potiguar de EJA, no Centro de Educação da UFRN, com o objetivo de reativar o Fórum, agregando novos membros e renovando sua coordenação.
Na ocasião encontravam-se presentes  representantes da UFRN, IFESP, Sub-coordenadoria de EJA da SEEC-RN, Secretaria Municipal de Educação de Nísia Floresta, CEJA Senador Guerra (Caicó), Comitê Gestor de Educação do Campo/SEEC-RN, UFERSA, IFRN, Mandato da Deputada Natália Bonavides. Outras instituições como o Instituto Paulo Freire e as secretarias municipais de educação de Natal e Ceará Mirim comunicaram a impossibilidade de estarem presentes naquele momento.
Na reunião se discutiu a necessidade de renovação da coordenação do FPEJA e a reativação das ações do Fórum, dadas as desarticulações havidas ao longo do último período. Da coordenação anterior, apenas a profa. Liz Araújo manifestou-se com interesse em continuar como componente de uma nova coordenação.
Foi consenso a necessidade de se estabelecer contato com os estudantes (através das entidades representativas do movimento estudantil secundarista) e os professores que atuam nas redes públicas de educação básica, de se ampliar a composição do FPEJA incorporando novos segmentos desejosos de o integrarem (como o MST, por exemplo, que comunicou seu interesse de participar do coletivo) e revisar o regimento criado em 2002, o qual já não responde às dinâmicas do atual contexto político e educacional.
Além disso, colocou-se como muito importante um mapeamento das ações de EJA que estejam sendo desenvolvidas nos diversos espaços escolares e não escolares em nosso Estado, bem como um estudo da Agenda 20/30 que está sendo proposta pela UNESCO e a penetração do Fórum em regiões onde já temos companheiros se articulando e se compromentendo com a luta em defesa da EJA, como é o caso do Seridó e de municípios como Ceará Mirim, Nísia Floresta e Maxaranguape.
Foi eleita uma nova coordenação para o FPEJA, cujo mandato será de um ano, com o objetivo de cumprir essas tarefas postas durante a reunião.
A nova coordenação ficou assim definida: Liz Araújo (SUEJA-SEEC/RN), Daíse Galvão (IFESP), Alessandro Azevedo (UFRN), Marta Geruza (CEJA Senador Guerra - Caicó) e Aparecida (MST). Próximo dia 14 de maio, às 9h, nas dependências da Secretaria de Estado de Educação e Cultura, acontecerá a primeira reunião dessa nova coordenação, para se traçar as estratégias para o cumprimento desses objetivos.
O Projeto EJA em Movimento saúda esse momento de reorganização do FPEJA colocando-se à disposição para colaborar com esse processo.

sábado, 6 de abril de 2019

Fórum Potiguar de EJA fará Assembleia para renovação de sua coordenação e componentes

No último dia 2 de abril, na sala de reuniões do DFPE, no Centro de Educação da UFRN, ocorreu uma reunião da coordenação do Fórum Potiguar de EJA (FPEJA), da qual participaram, além das duas coordenadoras (profas. Rita Diana e Deyse Karla), representantes da UFRN, do IFESP e das secretarias municipais de educação de Natal, Ceará Mirim e Maxaranguape.
Na oportunidade, se discutiu a realização de uma Assembleia do Fórum com o fim de se processar a escolha de uma nova coordenação e o reconhecimento da adesão de novos membros, como parte de um processo de revitalização do Fórum.
Nesse sentido, ficou acertado o próximo dia 23 de abril como data para a realização da Assembleia, em lugar a ser definido e divulgado com antecedência mínima, bem como, que será feita uma chamada a todas as instituições que compõem o Fórum desde sua fundação, à confirmação de suas respectivas participações.
O Projeto EJA em Movimento saúda essa iniciativa, pois entendemos que diante da ausência de políticas públicas voltadas à EJA no âmbito federal, os fóruns estaduais terão um papel fundamental no sentido de construir alternativas locais para a resposta às demandas e desafios que estarão postos a gestorxs públicxs, de escolas, professorxs, no sentido de assegurar que o direito à educação básica para pessoas jovens e adultas seja uma realidade. O complexo de questões que se colocam diante desse desafio exige dxs que se dizem comprometidxs com a EJA uma firme postura no sentido de mobilizar coletivos, ampliar articulações, pensar e implementar alternativas pedagógicas.
Nas limitações de um projeto de extensão de uma universidade, temos tentado fazer um pouco disso desde 2014, quando iniciamos nossa trajetória, e é desse lugar que nos colocamos à disposição para colaborar com esse processo.

I Colóquio de EJA de Ceará Mirim e Pré-Encontro Municipal EJA em Movimento

Próximo dia 26 de agosto, na Escola Municipal Adele de Oliveira, em Ceará Mirim, os professores que atuam na EJA do município terão a oportu...